
A formação de preços das diárias dos tecnicos Vicel é fortemente impactada pela CARGA TRIBUTÁRIA de nosso mercado, que já está estimada pelo mercado em mais de 38%! Alem dos custos previstos de treinamentos, EPI, ferramental calibrado, nossa Plamilha de Custos considera 2 fatores principais:
O Perfil dos Tecnicos FCE e VCE da VICEL está apresentado abaixo:
Por suas caracterísiticas de formação e de experiência multi-disciplinar, nossos Tecnicos adquirem competências completas para o serviço em nossos equipamentos, dispensando a formação de times de responsbilidade diluida, com benefícios sensíveis na RESPONSABILIDADE UNICA pela qualidade final dos serviços e na redução no NUMERO DE VAGAS ocupadas nas embarcações dos clientes.
Consideramos nossos equipamentos CRÍTICOS nas configurações das embracações de nossos clientes, por sua natureza de serviço (equipamentos regulados pela IMO-MARPOL ou de suporte à produção) e reconhecemos que qualquer PARADA pode representar severos prejuizos à produção ou mesmo MULTAS impostas pelas Autoridades navais e ambientais. Deste modo, oferecemos a nossos clientes uma resposta contratual de 72 horas para chamados de serviços em todas nossas linhas de representação.
Esta definição estratégica da VICEL, impõe a nosso efetivo técnico um acrescimo de lotação de 30% sobre a ocupação média esperada em serviços EMBARCADOS, e esta TAXA DE PRONTIDÃO se incorpora a nossos custos como uma RESERVA de recursos para manutenção de nossos compromisso contratual e é acompanhada com rigor por nossas ;áreas técnica e financeira.
A formação de preços MATERIAIS SOBRESSALENTES ORIGINAIS (OEM) vendidos pela Vicel considera 3 fatores principais:
Para atendimento às necessidades dos clients, a VICEL antecipa a importação dos materiais críticos, sobre os quais incidem os custos de importação, uma vez que , diferentemente dos seus clientes, quando registrados no REB. É conhecido o peso dos custos de Importação no Brasil, com toda sorte de tarifas e impostos, os quais incidem sobre os valores CIF dos materias (CIF = custo EXW + Fretes normalmente aéreos + seguros) em forma de "cascata" onerando em muito o custo final dos sobressalentes. O FATOR de importação é compstos das seguintes INCIDÊNCIAS sobre o custo do produtos, conofme seus respectivos NCM (Nomenclatura dos materiais para fins fiscais):
Este componente é agravado com o ALTO RISCO CAMBIAL, pela variação da taxa de câmbio que torna incerto o Custo de Reposição de todos nossos produtos.
Pelo mesmoscritérios de CRITICIDADE já expostos acima, a VICEL mantem estoque dos materiais mais criticos, sobre os quais incidem os custos adcionais de SEGUROS, ADMINISTRAÇÃO e de CAPITAL IMOBILIZADO, que se tornam um componente importante da formação de custos, em razão das características do Brasil e da região onde operamos.
A Vicel , com bnase em sua experiência acumulada de mais de 20 anos com a instalação e manutenção de nossos equiopamentos de tratamento de águas servidas, recomenda que o cliente defina a capacidade do sistema de tratamento de efluentes a ser adquirirdo e instalado a bordo , na fase de sua especificação, tomando por base o parâmetro de consumo de água estimado em litros por dia (LPD). Para a definioção deste parâmetro é mandatório conhecer as características de uso e consumo de água que estão culturalmente marcadas na tripulação, nem sempre em linha com as "médias internacionais" definidas na literatura técnica.
Deve-se ter em mente que os diversos modelos de unidades Omnipure são certificados para diferentes vazões medidas em LPD, sendo a unidade de maior capacidade o modelo 18MX-MP projetada para tratar até 60 mil LPD. O parâmetro "quantidade de tripulantes" referenciado pela STDN como fabricante das unidades Omnipure tem por base um consumo de água a bordo dentro de níveis médios internacionais, conforme regulamentado pela IMO, mas bem sabemos que no Brasil , por fatores culturais da população, o consumo de água ainda é excessivo, embora os organismos ambientais estejam em frequente campanha de redução de desperdícios no consumo de água.
Nos casos de navios e plataformas que estão com as unidades Omnipure trabalhando no limite ou até mesmo sub-dimensionadas para seus consumos reais, seja em LPD ou até mesmo em numero de tripulantes (aundo a tripulação efetiva é diferente da esperada no momento da especificação da embarcação) , recomendamos :
A unidade Omnipure podem ser equipadas, quando a instalação é feita abaixo da linha d'água do navio ou plataforma, com um conjunto motor-bomba de overboard de 1HP de potência . Esta potência definida pelo Fabricante atende aos requisitos normais de projeto dos clientes da STDN .
Nos casos em que o projeto do cliente prevê uma altura de carga muito elevada a ser vencida pela bomba de overboard, é recomendável que a potência seja maior que 1 HP, e a STDN , para estes casos, oferece um conjunto motor-bomba opcional com 3HP de potência (PN 022680).
No caso de unidades customizadas, como os projetos mais recentes da Petrobras (P-38, 40, 43, 48, 50, 51, 52, 53, 54, 56), os Projetistas da Plataforma e o cliente final aprovam os desenhos do sistema, que incluiem as curvas das bombas de overboard, seja de 1HP ou de 3HP , para sua especificação. Nestes casos o Fabricante atende às especificações dos clientes , procurando apresentar o mínimo de desvios , que é importnante critério de avaliação das Propostas.
A STDN ja teve problemas em FPSO de clientes, que após certo tempo de operação passam a ter calado superior ao projetado originalmente , posto que é comum Navios e Plataformas Offshore acrescentarem equipamentos e conteiners em sua superestrutura, bem como aumentar as tripulações e/ou aumentar o volume de óleo armazenado nos tanques, durante a fase de produção. Estas novas cargas, causam aumento de calado, e consequente maior contra-pressão na descarga da bomba de overboard do sistema Omnipure, e podem eventualmente exigir a substituição do conjunto motor-bomba de 1HP por outro de 3HP.
A resolução MEPC.159(55) fornece métodos de ensaio mais consistentes para todos os tipos de unidades de tratamento de efluentes garantindo que todas as tecnologias disponíveis no mercado cumpram uma única norma. O Brasil, como um estado-membro da IMO, adotou e já está aplicando esta resolução. Deve-se salientar que a nova MEPC.159(55) substitui as normas e diretrizes estabelecidas pela MEPC.2(VI).
Em aplicações onde a unidade de tratamento de efluentes deve atender ao anexo IV da convenção MARPOL, esta resolução apresenta as “Orientações para aplicação dos padrões de efluentes e testes de desempenho das unidades de tratamento de efluentes” revisadas. As novas normas são aplicadas apenas em sistemas “instalados a bordo em ou a partir de 01 de Janeiro de 2010” e a interpretação da IMO entende que:
Entretanto, os clientes que efetuarem a compra de unidades de tratamento de efluentes e as receberem antes de 01 de Janeiro de 2010 ainda estarão em conformidade. Quaisquer sistemas instalados em conformidade com o cronograma descrito acima permanecerão aceitáveis durante toda a vida útil da unidade. Se possível, os clientes deverão priorizar a compra dos sistemas antes da data que efetiva a nova regulamentação, tendo em vista que o custo dos novos sistemas serão maiores, independentemente dos fabricantes.
A MEPC.159(55) atesta que toda certificação para esta resolução deverá ser emitida por Órgãos Certificadores terceiros. À luz deste requerimento, a STDN elegeu o Bureau Veritas (BV) como órgão certificador para a certificação MEPC.159(55)5.4.2.
As unidades OMNIPURE™ Série 55 estão em conformidade com a nova regulamentação MEPC.159(55). As unidades da nova Série 55 são fabricadas especificamente para aplicações navais e offshore que requerem operação continua e ininterrupta durante longos períodos. O desenho robusto do novo OMNIPURE™ Série 55 é adequada para instalações em condições extremas. Manutenção mínima, pequeno “footprint” e baixo peso tornam a nova Série 55 uma solução ideal para tratamento de águas servidas em uma extensa variedade de aplicações navais e offshore, incluindo as plataformas de perfuração de águas profundas, extremamente sensíveis ao peso.